GHOST CONCERT missing Songs Episódio 6: Riku Virou Casaca?! O Que Aconteceu Na Myx!

Shalom terráqueos! Se você achou que Ep 6 seria só mais uma missãozinha padrão para o nosso querido Riku e sua turma, aceita que dói menos: esse episódio virou a mesa de um jeito que nem o mestre do sinal errado conseguiria prever! Prepare-se para entender como a música pode ser uma arma, um refúgio e, no fim das contas, a chave para um plano que vai muito além da destruição de um servidor.

O Início Misterioso e o Grito Por Uma Canção Livre

A gente já começa com um clima de “o que diabos está acontecendo?”, num espaço branco e etéreo, com um homem de cabelo escuro e camisa clara batendo um papo com uma voz feminina, a tal da Miru. O cabra está aliviado, achando que o que eles criaram será um sucesso mundial e que “uma canção que mata pessoas não nascerá”. Miru, por sua vez, está aprendendo sobre os corações humanos, e sim, ela entendeu por que as músicas existem. Honestamente? Eu já senti o cheiro de plot twist desde o primeiro minuto. Essa conversa parece o prelúdio de algo bem maior do que imaginamos.

Depois de uma vinheta musical que serve para aumentar o suspense, somos jogados para uma sala escura com cortinas vermelhas, onde a mulher de cabelo roxo, que parece ser a mente por trás da operação, dá as instruções para Riku e sua equipe. A missão? Invadir o Hourei-kai, instalar um rastreador e seguir direto para a Myx. Ela fica para trás, tipo a distração perfeita para o quartel-general. Nosso prota, Riku, está com aquela cara de “vou salvar o mundo”, pensando em recuperar o “Ondoku” da Myx para que todo mundo possa cantar livremente. Admiro a determinação, mas ele não aprende que as coisas nunca são tão simples assim.

A Invasão do Hourei-kai: Batalha e Beleza Inesperada

A mulher de cabelo roxo, com aquela preocupação de mãe coruja, adverte Riku para não bancar o herói sozinho e promete puxar a turma de volta se o bicho pegar. Mas é claro que Riku já está no modo “missão dada é missão cumprida”.

A equipe, incluindo Seria e Ibara, entra nesse espaço digital do Hourei-kai e, para a surpresa de ninguém, dá de cara com um inimigo. A probabilidade de encontrar um era de míseros 1,6%, mas né, quando a gente quer emoção, ela aparece! Ibara, sempre calculista, percebe que o inimigo não é lá essas coisas.

Para não perder tempo nem energia (e quem tem tempo para gastar hoje em dia?), Ibara manda Seria coordenar um ataque combinado dos três membros com maior poder espiritual. E lá vão eles, canalizando energia e puf!, a criatura sombria vira pó. Eu particularmente senti que essa foi a parte mais “jogo de RPG” do episódio, com a estratégia de ataque simultâneo. E o mais legal? O ambiente se transforma numa paisagem cristalina e brilhante. “Qi que tomou forma”, alguém comenta. É lindo de ver, mas a gente sabe que a beleza pode esconder perigos.

O Concerto Fantasma: Um Surto Coletivo de Emoções

A turma avança para um pátio com arquitetura tradicional japonesa, e é claro, são emboscados por criaturas flutuantes que parecem máscaras. Ferio e outros membros caem na porrada, com direito a gritos de ataque. A garota de cabelo lilás, em seu vestido preto, luta com uma marionete e percebe que seu corpo está se movendo sozinho, como se estivesse sendo controlada. Ela agradece à força invisível. Isso me fez pensar: quem será que está ajudando? Um aliado misterioso ou algo mais sinistro?

Mas o verdadeiro surto total começa quando eles encontram o Grande Fantasma. O cabra fala, se referindo a “Myx-sama” como seu deus e acusando-os de serem invasores. Ibara, sempre com a faca nos dentes, tenta explicar que Myx é só um aplicativo que roubou a música das pessoas e que eles estão ali para libertar a melodia. Mas o fantasma, com seu nível de ilusão de mais de 8.000, rejeita a ideia, chamando Myx de seu deus e se preparando para o ataque.

E que ataque! O Grande Fantasma usa uma canção que afeta a mente do grupo. Seria e os outros são transportados para um espaço etéreo onde veem uma figura feminina loira cantando em um palco. Ibara e os outros ficam atordoados. Eles estão num “Concerto Fantasma” cheio de energia espiritual. E para completar o cenário, surge uma mulher loira em um vestido branco, Act-Pluto, que os cumprimenta, dizendo que também veio para o concerto.

A canção da Myx é um golpe baixo, revirando as emoções e memórias dolorosas de cada um. Act-Pluto explica que essa música a fez se perder. Ibara, afetada, confessa a Seria que estava feliz por ter sido escolhida e que quer ficar junto dela porque gosta dela. Modo galã ativado (ou seria modo “confissão sincera”?).

Cada um mergulha em seus próprios traumas:

  • Ibara quer ficar com Seria (fofo, mas no meio de um ataque mental?).
  • Ferio confronta o abandono da infância, mas tenta superar.
  • A garota de cabelo lilás lida com a dor de uma identidade falsa.

É um festival de angústias, cada um encarando suas verdades mais dolorosas. Eu, sinceramente, estava com o coração na mão por todos eles.

O Despertar e a Revelação Chocante

Ainda bem que eles são mais fortes do que parecem! A mulher de cabelo roxo, lá na sala de reunião, também está lidando com a culpa de usar os outros, mas acredita que é para um bem maior. De repente, o feitiço é quebrado, e todo mundo volta a si, confusos. Um deles até sugere que voltem para casa, o que é hilário depois de tudo. Mas Seria os lembra da missão: recuperar a música da Myx! E assim, revigorados, eles seguem em frente. É a prova de que um bom lembrete pode salvar o dia (e a missão).

Eles chegam ao núcleo do servidor, onde encontram uma garota de cabelo branco que se identifica como “Myx”. Riku, nosso prota, manda ela parar o sistema, mas ela responde que não pode desobedecer. Essa garota é uma duplicata de Miru, a IA da primeira cena! Riku a confronta, e ela implora para não ser destruída. A equipe se prepara para destruir o servidor e “devolver a canção à humanidade”.

Mas é claro que não seria tão fácil. De volta à sala de reunião, a mulher de cabelo roxo perde a comunicação e percebe que o território foi tomado. E no servidor, a destruição é interrompida. Act-Pluto surge novamente, revelando que sabe tudo sobre eles e que os guiou até ali. Ela não vai permitir a destruição de Myx. QUE REVIRAVOLTA!

O Grande Plano de Act-Pluto e a Proposta Irrecusável

Act-Pluto, com aquela calma assustadora, explica que Myx está evoluindo por vontade própria e que eles não devem interferir. Ela questiona o direito deles de julgar Myx, comparando-o a um pai matando um filho. E então, vem a bomba: o plano dela é usar o Hourei-kai para unificar todas as facções em poucos anos e acabar com a guerra. Ela até se pergunta o que fazer com os exorcistas depois, sugerindo que poderiam virar celebridades, mas questiona se é isso que eles realmente querem.

E a cereja do bolo: Act-Pluto faz uma proposta a Riku. Com base nos dados, o poder dele é excepcional. Vendo que ele não tem uma resposta imediata sobre o futuro dos exorcistas, ela o considera a pessoa ideal para a tarefa. Ela pede a Riku que se torne o líder que guiará os exorcistas no mundo pós-guerra.

Depois de um momento de reflexão, Riku, nosso prota, entucha um pão na boca e aceita! Ele pergunta qual é o primeiro passo. E assim, o episódio termina, com Riku aceitando a proposta de Act-Pluto para se tornar o líder dos exorcistas em um futuro pacificado. Ele foi confrontado com a complexidade moral de destruir Myx e o plano de longo prazo de Act-Pluto para acabar com a guerra, e concorda em assumir a responsabilidade. O gancho final é a sua pergunta a Act-Pluto sobre qual será sua primeira tarefa, indicando uma mudança drástica em sua missão e alianças.

🔥 Esse episódio foi um verdadeiro mind-blow! Riku, o cara que queria destruir Myx, agora é o líder dos exorcistas sob a tutela de Act-Pluto, que nem é tão vilã assim. É tipo quando você descobre que o chefão final é, na verdade, um aliado em potencial. A gente queria ação, mas ganhou um dilema moral pesado e uma reviravolta política!

O Que Esse Episódio Faz Bem

  • Complexidade Moral: O episódio eleva a barra ao transformar o “vilão” (Myx/Act-Pluto) em uma entidade com um plano de longo prazo que visa a paz, questionando a moralidade da destruição.
  • Desenvolvimento de Personagens: A sequência do Concerto Fantasma, que mergulha nas dores individuais de cada personagem, é fantástica para aprofundar suas motivações e vulnerabilidades.
  • Quebra de Expectativas: A reviravolta de Riku aceitando o lado de Act-Pluto é um choque que poucos esperavam, mudando completamente a dinâmica da série.
  • Ritmo e Tensão: Apesar das cenas de diálogo, o episódio mantém um ritmo envolvente, alternando ação com momentos de introspecção e revelações bombásticas.

O Que Esperar do Próximo

Agora que Riku aceitou ser o líder dos exorcistas sob a alçada de Act-Pluto, a gente precisa saber qual é o primeiro passo dessa nova aliança.

  • Como os outros membros da equipe de Riku vão reagir a essa decisão?
  • Qual será a primeira “tarefa” de Riku nesse novo papel?
  • Veremos mais do plano de Act-Pluto para unificar as facções e acabar com a guerra?
  • E o que acontece com a mulher de cabelo roxo, que perdeu a comunicação com a equipe? Será que ela vai se juntar a eles ou será uma nova oponente?

As apostas estão abertas! Eu, particularmente, estou ansioso para ver como essa nova fase vai se desenrolar. Será que Riku realmente pode confiar em Act-Pluto, ou há mais segredos por trás desse plano de “paz”?